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Lola | Crítica do filme

 

Lola (LOL) é uma refilmagem da comédia francesa “Rindo à Toa”. “LOL” é uma abreviação da frase “Laughing Out Loud” que significa “Morrendo De Rir”, muito utilizada nas redes sociais. Esta nova versão é estrelada por Miley Cyrus como Lola e Demi Moore, interpretando sua mãe Anne. Sim, este filme aborda aqueles dramas adolescentes que estamos cansados de ver, mas eu achei a trama interessante e me diverti muito assistindo.

Lola, também conhecida por Lol, é uma garota de 15 anos vivendo em um mundo cada vez mais conectado pelas redes sociais. Após seu namorado assumir que a traiu durante as férias, ela termina tudo e acaba se aproximando mais de seu melhor amigo Kyle (Douglas Booth) e parece inevitável que sentimentos, nunca antes percebidos, comecem a aflorar.

 Como se não bastasse todo este “drama” escolar, Lola começa a ter uma difícil relação com sua mãe e o diálogo entre elas parece cada vez mais impossível. Quase inseparáveis e grandes amigas, mãe e filha começam a se perder uma da outra enfrentando dificuldades em manter uma relação saudável. Agora, Anne tentará se aproximar da filha para resolver o conturbado relacionamento em que elas se encontram.

“Lola” (LOL) não retrata apenas as descobertas da adolescência e a dificuldade dos filhos de se comunicarem com os pais, vai um pouco mais além. Embora pareça ser mais um clichê, o filme nos mostra que aqueles chamados “dramas adolescentes” podem reaparecer a qualquer momento e em qualquer idade. A única coisa que será diferente é a sua maturidade em lidar com a situação… Ou não.

 

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